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12 de jan de 2011

O Brilho da Estrela


E perguntavam: Onde está o recém-nascido Rei dos judeus?  Porque vimos a sua estrela no Oriente e viemos adorá-lo" – Mateus 2:2.
A estrela está sempre brilhando.  Vê-la é sempre mais fácil do que interpretar o seu significado, entender para onde ela nos leva.  Vê-la, também, é uma decisão pessoal.   Os magos, apesar de não serem do povo de Deus, receberam uma direção para encontrar o Messias.   Não perderam o sinal que Deus havia providenciado.  Perder os sinais de Deus por falta de atenção é quase a mesma coisa que não receber a sua revelação.
Os magos tiveram uma revelação que os conduziu diretamente ao Messias.  A estrela que conduziu a Jesus pode muito bem simbolizar aquilo que tem guiado a nossa vida e para onde ela tem nos levado.
A estrela de Noé foi a sua comunhão com Deus (Gen. 6:8-9).  Foi guiado por ela todo o tempo, mesmo quando não havia o menor sinal de chuva, muito menos de dilúvio, Noé andava com Deus e isso o destacou entre os homens de sua geração. 
A estrela de Abraão foi a sua .  Através dela, saiu da sua terra, deixou a sua parentela e se dirigiu a uma terra, até então, desconhecida.  Pela fé, chegando ao lugar designado por Deus, juntamente com seu filho, achou ali um cordeiro que seria imolado em seu lugar.  Pela fé creu que, se preciso fosse, Deus ressuscitaria Isaque.
A estrela de José foi a sua retidão.  Ela o guiou enquanto era vendido pelos irmãos aos mercadores ismaelitas.   Na casa de Potifar, ela o livrou das armações da esposa do oficial de Faraó.  Na prisão teve revelações de Deus através de sonhos. O Senhor era com ele, e por isso, tudo o que ele fazia prosperava, a ponto de ser constituído governador sobre a terra do Egito. 
A estrela de Neemias foi a consciência de sua missão.  Não cedeu ao chamado de Sambalá e Gesém para descer ao Vale de Ono, escapando da armadilha do inimigo: “Estou fazendo grande obra, de modo que não poderei descer” – Neemias 6:1-3.  O pedido foi feito cinco vezes e a reposta foi sempre a mesma.
A estrela de Daniel foi a sua fidelidade ao Senhor.  Foi fiel na prisão quando, juntamente com seus amigos, se recusou a contaminar-se com as finas iguarias do rei.  Foi fiel em manter o seu culto e sua oração ao Senhor, mesmo correndo o risco de ser lançado na cova dos leões: “Três vezes no dia se punha de joelhos, e orava, e dava graças, diante do seu Deus, como costumava fazer” – Daniel 6:10.
A sociedade moderna tem sido guiada pelo consumismo, pela sensualidade, pelo ceticismo, pelo amor próprio.  O que tem guiado você?   A sua “estrela” o leva ao Messias, ou o distancia Dele?
Oswaldo Chirov